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Responda quatro perguntas e veja a cobertura real da sua monitoria de qualidade, quanto custa cada interação auditada hoje e quantos monitores seriam necessários para chegar a 99% no modelo manual.
PAs ativas por turno. Se a operação roda em mais de um turno, some as posições de todos.
Estimamos 27.953 interações por mês (699 por PA, com TMA de 7 min e 75% de ocupação).
pessoas dedicadas a auditar interações
TMA, tempo médio de atendimento
da sua operação é auditada hoje. As outras 26.817 conversas do mês passam sem ninguém olhar: sem evidência, sem score e sem feedback.
1.136 de 27.953 interações auditadas
27.673 de 27.953 interações auditadas
4 monitores × R$ 3.743 em folha
no modelo manual, com 4,1% de cobertura
+94 monitores no time, somando 98 pessoas só em qualidade
A operação evita R$ 351.842/mês em folha nova, e o time atual passa a calibrar critério, revisar caso-limite e conduzir coaching. Saindo de 4,1% para 99% de cobertura, 24× mais que hoje.
99% de concordância com supervisores e avaliadores. Cobertura total só vale quando o score bate com o critério de quem já audita na sua operação.
handle time: 7 TMA + 1,5 ACW = 8,5 min
132h × 60 × 75% = 5.940 min em conversa
5.940 ÷ 8,5 = 699 por PA
699 × 40 PAs = 27.953 interações/mês
92h × 60 = 5.520 min produtivos
1 auditoria: 7 × 2,5 = 17,5 min
5.520 ÷ 17,5 = 315 auditorias/mês
4 × 90% disponibilidade = 3,6 efetivos
315 × 3,6
1.136 interações auditadas/mês
1.136 ÷ 27.953 = 4,1%
4,1% de cobertura, 26.817 interações sem auditoria
R$ 3.743 × 4 = R$ 14.972/mês em folha
R$ 14.972 ÷ 1.136 auditadas
R$ 13,18 por interação auditada
27.953 × 99% = 27.673 auditorias
÷ (315 × 90%) = 98 monitores
+94 a contratar, R$ 366.814/mês em folha
As premissas de horas produtivas, tempo por auditoria e ocupação estão no painel ao lado e podem ser ajustadas para a realidade da sua operação.
Em operadora de saúde, cada interação sem auditoria é uma interação sem evidência. As RNs 623, 638 e 656–659 da ANS exigem rastreabilidade e prazo, e a fiscalização por amostragem não depende mais de o beneficiário reclamar.
Estimativa baseada em médias de mercado e nas premissas acima, que você pode ajustar. Não substitui uma análise do seu caso.
Uma operação que roda BRIGGS reduziu o time de monitoria e, ao mesmo tempo, passou a auditar praticamente toda interação.
Os 7 profissionais foram realocados para funções de análise e coaching.
Praticamente toda interação passou a ter score, evidência e trecho registrado.
Com um time 64% menor do que o modelo anterior.
99% de concordância com supervisores e avaliadores. Cobertura alta com critério divergente do time não resolve o problema, por isso a régua da IA é calibrada com os critérios que a operação já aplica.
O salário que aparece no anúncio da vaga não é o custo da contratação. Encargos, FGTS, INSS patronal, 13º, férias e benefícios somam entre 68% e 80% sobre o salário base. A tabela abaixo mostra os dois números lado a lado.
| Cargo | Salário base | Custo real p/ empresa |
|---|---|---|
Monitor de Teleatendimento CBO 422335 Média nacional. Amostra de 7.365 profissionais. | R$ 2.201 | R$ 3.743/mês |
Analista de Qualidade faixa de mercado Perfil mais sênior, com atribuição de calibração e reporte. | R$ 3.500 – R$ 4.700 | R$ 5.900 – R$ 8.000/mês |
Coordenador de Qualidade faixa de mercado Gestão do time de monitoria e da régua de qualidade. | R$ 5.500 – R$ 8.000 | R$ 9.300 – R$ 13.500/mês |
Dados de Monitor de Teleatendimento (CBO 422335) conforme salario.com.br, com base no CAGED/MTE, amostra de 7.365 profissionais, período de julho de 2025 a junho de 2026. Faixas de Analista e Coordenador refletem médias de mercado e variam por região, porte e senioridade.
De 30 a 90 dias entre abrir a vaga e o profissional produzir. Em operação com turnover alto, esse ciclo se repete várias vezes ao ano.
Um monitor novo leva de 4 a 8 semanas até calibrar com o resto do time. Antes disso, a nota que ele dá não é comparável com a dos colegas.
A mesma chamada recebe notas diferentes dependendo de quem avalia. Isso gera contestação do agente e desgasta a credibilidade do programa de qualidade.
A cobertura cresce em linha reta com o headcount. Dobrar a auditoria significa dobrar o time, e o custo junto.
Monitor de férias é cobertura que some no mês. Não existe backup automático em processo manual.
Quando o monitor sai, sai também o critério que ele tinha na cabeça. O sucessor recomeça a curva de calibração.
A produtividade de um monitor sai de uma conta simples. A jornada mensal é de cerca de 132 horas, mas nem toda hora é auditoria: calibração, feedback ao agente, reuniões e relatórios consomem uma parte relevante. Sobram aproximadamente 92 horas produtivas.
Auditar uma interação custa cerca de 2,5 vezes a duração dela. Não basta escutar: é preciso preencher o formulário, registrar a nota, anotar a justificativa. Com um TMA de 6 minutos, cada auditoria leva por volta de 15 minutos. Noventa e duas horas divididas por quinze minutos dão aproximadamente 368 auditorias mensais por monitor.
Sobre essa capacidade entra ainda o desconto de disponibilidade. Férias e absenteísmo fazem um time de quatro operar, na média do ano, com 3,6 pessoas. A cobertura é o resultado da capacidade efetiva dividida pelo volume total de interações. Uma operação com 30 mil interações mensais e 4 monitores audita perto de 1.325, algo em torno de 4,4%. É por isso que o número da calculadora costuma surpreender: a conta nunca tinha sido feita.
Todas as premissas ficam visíveis e editáveis na calculadora. Se a realidade da sua operação é outra, ajuste os campos e o resultado se recalcula na hora.
Quer entender o que muda quando a auditoria deixa de ser por amostragem? O guia de monitoria de qualidade com IA detalha o modelo completo. Para quem está montando o programa do zero, o guia geral de monitoria de qualidade cobre KPIs, scorecard e ciclo de feedback.
A maioria das operações chegou ao número atual de monitores por acúmulo histórico. Começou com dois, virou quatro quando o volume dobrou, ficou nisso. Existe uma conta para isso, e ela tem três variáveis.
monitores = (volume mensal × cobertura desejada) ÷ auditorias por monitor
O primeiro termo é quanta auditoria você precisa. O segundo é quanto cada pessoa entrega. A dificuldade está em acertar o segundo, e é onde quase todo dimensionamento erra.
A tentação é dividir a jornada pelo TMA. Se o monitor trabalha 132 horas e a chamada dura 6 minutos, seriam 1.320 auditorias por mês. Esse número nunca se realiza, porque faltam dois descontos.
O primeiro é o de horas produtivas. Das 132 horas mensais, cerca de 92 são gastas auditando. As outras 40 vão para calibração, sessões de feedback, reuniões de qualidade e relatórios. Esse tempo é parte do trabalho.
O segundo é o tempo por auditoria. Auditar uma chamada custa cerca de 2,5 vezes a duração dela. É preciso ouvir, frequentemente voltar em trechos, preencher o formulário critério por critério, escrever justificativa e registrar no sistema. Com TMA de 6 minutos, cada auditoria consome 15.
Quem ignora os dois descontos infla a capacidade em mais de três vezes. O time entra no mês com meta que não fecha e a fila de auditoria pendente cresce.
Uma operação com 30 mil interações mensais e quatro monitores audita cerca de 1.325 delas, algo em torno de 4,4%. Para chegar a 30% de cobertura seriam necessários 27 monitores. Para 99%, cerca de 90, o que colocaria a folha do time de qualidade em torno de R$ 336 mil por mês.
O problema não é orçamento apertado. É que a cobertura cresce em linha reta com o headcount, e nenhuma operação sustenta um time de qualidade que se aproxima do tamanho do time de atendimento. O modelo tem um teto matemático.
Esquecer férias e absenteísmo. Um time de quatro pessoas opera, na prática, com 3,6 ao longo do ano. Quem dimensiona para o cenário perfeito fica descoberto um mês a cada três.
Tratar todos os canais como iguais. Auditar um chat de WhatsApp não custa o mesmo que auditar uma chamada de 12 minutos. Operação multicanal precisa dimensionar por canal e somar.
Não separar auditoria de coaching. Se o mesmo profissional audita e conduz feedback, o tempo de coaching precisa sair das horas produtivas. Times que não fazem essa separação descobrem no meio do trimestre que a cobertura caiu sem entender por quê.
Ignorar a curva de calibração. Um monitor novo leva de quatro a oito semanas até dar notas comparáveis às do time. Ele produz avaliação nesse período, mas a avaliação ainda não serve para comparar agentes.
Não existe norma brasileira que estabeleça percentual mínimo de amostragem em monitoria de qualidade. O que existe são práticas de mercado e, em setores regulados, exigência de rastreabilidade que a amostra não atende.
Um parâmetro mais útil que qualquer benchmark: pergunte qual percentual de chamadas problemáticas a operação aceita nunca descobrir. Com 5% de cobertura, a resposta é 95%.
Em operação regulada isso deixa de ser questão de qualidade e vira questão de exposição. Uma NIP da ANS chega apontando uma interação específica. Se ela estava nos 95% não auditados, a defesa começa sem evidência. O mesmo vale para reclamação em PROCON sobre conduta de cobrança.
O sinal de que o modelo manual chegou ao limite não é o custo. É a matemática ficar absurda: quando o número de monitores necessários para a cobertura desejada se aproxima do tamanho do time de atendimento, a discussão mudou de natureza.
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Estamos usando o BRIGGS há pouco tempo e estamos bastante satisfeitos. O grande diferencial é a possibilidade de personalizar as avaliações, adaptando tudo às necessidades específicas da minha empresa.

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