A capacidade de analisar subiu de 53% para 66% em um ano. A sensação de desperdício também subiu, de 62% para 68%. Mais análise não produziu mais decisão.
Equipe Briggs
15 de setembro de 2026
8 min de leitura
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A capacidade de analisar subiu de 53% para 66% em um ano. A sensação de desperdício também subiu, de 62% para 68%. Mais análise não produziu mais decisão.
71% dizem priorizar dado de cliente na escolha do que automatizar. E 76% admitem que a automação é implementada com base em meta interna, não na necessidade do cliente. As duas coisas convivem.
A barreira mais citada não é técnica. É falta de acordo sobre quais interações devem ser automatizadas, com 47%. Ferramenta diferente entre times aparece depois, com 43%.